A economia brasileira está em recessão e a manutenção da taxa Selic nesse patamar é um erro, diz Steinbruch

Para Benjamin Steinbruch, presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo - Fiesp, a manutenção da taxa Selic em 11% a.a. coloca em risco a situação financeira de empresas e trabalhadores. "A divulgação dos resultados do PIB no segundo trimestre confirmou o que todos já sabiam: a economia brasileira encontra-se em recessão. O caso da indústria de transformação é ainda pior, pois a queda do segundo trimestre foi a quarta consecutiva. Os investimentos também mostraram a mesma dinâmica."

Copom mantém taxa Selic em 11,00% ao ano, sem viés

Avaliando a evolução do cenário macroeconômico e as perspectivas para a inflação, o Copom decidiu, por unanimidade, manter a taxa Selic em 11,00% a.a., sem viés.

Votaram por essa decisão os seguintes membros do Comitê: Alexandre Antonio Tombini (Presidente), Aldo Luiz Mendes, Altamir Lopes, Anthero de Moraes Meirelles, Carlos Hamilton Vasconcelos Araújo, Luiz Awazu Pereira da Silva, Luiz Edson Feltrim e Sidnei Corrêa Marques.

(Redação - Agência IN)

COPOM: Qual será o futuro das indústrias?

O Copom manteve o mesmo comunicado de sua última reunião, quando interrompeu o ciclo de alta da Selic. A autoridade monetária vem demonstrando muita preocupação em relação a atividade econômica. De acordo com o professor de economia da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Marcos Andrade,“essa preocupação faz sentido à medida que o cenário atual apresenta uma menor previsão de crescimento e isso colabora com os riscos de aumento de inflação”.

Copom acerta ao manter Selic aos 11% ao ano, diz FecomercioSP

Os membros do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil (BCB) decidiram manter a taxa básica de juros (Selic) em 11% ao ano, de acordo com comunicado divulgado agora há pouco, após reunião iniciada ontem. Para a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), a medida foi correta em um cenário ainda complicado de manutenção dos indicadores inflacionários em níveis elevados e de baixo crescimento econômico. Semana passada, a Entidade já previa a manutenção da Selic.

FIRJAN insiste na colaboração da política fiscal para controle da inflação

O quadro econômico atual caracteriza-se por recuo das expectativas de crescimento, tanto em 2014 como em 2015, com desaceleração do consumo das famílias, da geração de empregos, da produção industrial e da confiança de empresários e consumidores. Apesar desses desdobramentos, a dinâmica inflacionária continua desafiadora, em especial no que diz respeito à esperada descompressão dos preços administrados.

Por isso, o Sistema FIRJAN insiste que a colaboração da política fiscal, com redução dos gastos públicos de natureza corrente, é imprescindível para que a inflação arrefeça adiante, sem que sejam necessários ajustes adicionais na política monetária. Apenas dessa forma o País poderá alcançar a tão almejada combinação de crescimento econômico e inflação controlada.

(Redação - Agência IN)

Copom mantém taxa Selic em 11,00% ao ano

Avaliando a evolução do cenário macroeconômico e as perspectivas para a inflação, o Copom decidiu, por unanimidade, neste momento, manter a taxa Selic em 11,00% a.a., sem viés.

Votaram por essa decisão os seguintes membros do Comitê: Alexandre Antonio Tombini (Presidente), Aldo Luiz Mendes, Altamir Lopes, Anthero de Moraes Meirelles, Carlos Hamilton Vasconcelos Araújo, Luiz Awazu Pereira da Silva, Luiz Edson Feltrim e Sidnei Corrêa Marques.

(Redação - Agência IN)

Consumo tende a crescer em ritmo mais moderado, avalia BC

O ritmo de expansão da atividade econômica no Brasil tende a ser 'menos intenso' este ano, na comparação com 2013. Essa é a avaliação do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC). A ata da última reunião do comitê, realizada nos dias 27 e 28 de maio, foi divulgada hoje (5). Houve mudança em relação ao que o comitê considerava em abril. Na ata da reunião daquele mês, o comitê previa que o ritmo de expansão da atividade doméstica tendia a se manter 'relativamente estável' em comparação a 2013.

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