IGP-10 varia 1,00% em abril

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IGP-10 varia 1,00% em abril (Foto: Pexels) IGP-10 varia 1,00% em abril

O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) subiu 1,00% em abril, após alta de 1,40% em março, segundo dados da Fundação Getulio Vargas (FGV). Com este resultado, o índice acumula alta de 2,55% no ano e de 8,46% em 12 meses. Em abril de 2018, o índice havia registrado elevação de 0,56% no mês e de 1,31% em 12 meses.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) variou de 1,93% em março para 1,19% em abril. Na análise por estágios de processamento, os preços dos Bens Finais subiram 1,48% em abril, após alta de 1,97% em março. A principal contribuição para este resultado partiu do subgrupo alimentos in natura, cuja taxa passou de 19,90% para 4,73%. O índice relativo a Bens Finais (ex), que exclui os subgrupos alimentos in natura e combustíveis para o consumo, subiu 0,53% em abril. No mês anterior, a taxa foi de -0,06%.

A taxa do grupo Bens Intermediários passou de 0,54% em março para 0,62% em abril. A principal contribuição para o avanço da taxa do grupo partiu do subgrupo materiais e componentes para a manufatura, cuja taxa passou de -0,31% para 0,26%. O índice de Bens Intermediários (ex), obtido após a exclusão do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, subiu 0,29% em abril, ante -0,28% no mês anterior.

O índice do grupo Matérias-Primas Brutas variou 1,53% em abril, após alta de 3,60% em março. A contribuição para este movimento partiu dos seguintes itens: minério de ferro (8,05% para 1,83%), milho (em grão) (4,52% para -2,12%) e laranja (13,11% para -1,55%). Em sentido ascendente, os movimentos mais relevantes ocorreram nos itens cana-de-açúcar (-0,10% para 1,32%), bovinos (0,67% para 1,45%) e algodão (em caroço) (1,65% para 4,90%).

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,73% em abril. Em março, o índice havia sido de 0,48%. Sete das oito classes de despesa componentes do índice registraram avanços em suas taxas de variação, com destaque para o grupo Transportes, cuja taxa passou de 0,44% para 1,33%. Nesta classe de despesa, vale citar o comportamento do item gasolina, que registrou taxa de 3,15% em abril, após queda de 0,36% em março.

Também apresentaram acréscimo em suas taxas de variação os grupos Vestuário (0,13% para 0,76%), Habitação (0,35% para 0,49%), Educação, Leitura e Recreação (-0,11% para 0,17%), Despesas Diversas (-0,05% para 0,26%), Comunicação (-0,02% para 0,11%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,47% para 0,48%). As contribuições para estes movimentos partiram dos seguintes itens: roupas (0,22% para 0,91%), tarifa de eletricidade residencial (0,79% para 1,75%), passagem aérea (-5,20% para -2,87%), bilhete lotérico (0,00% para 10,75%), pacotes de telefonia fixa e internet (0,00% para 0,93%) e medicamentos em geral (0,13% para 0,58%).

Em contrapartida, o grupo Alimentação (1,05% para 1,04%) apresentou decréscimo em sua taxa de variação. Nesta classe de despesa, a maior contribuição partiu do item arroz e feijão, cuja taxa passou de 10,82% para 3,80%.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) subiu 0,35% em abril, após elevação de 0,07% em março. Os três grupos componentes do INCC registraram as seguintes variações na passagem de março para abril: Materiais e Equipamentos (0,03% para 0,60%), Serviços (0,49% para 0,48%) e Mão de Obra (0,02% para 0,15%).

(Redação – Investimentos e Notícias)