IGP-M avança na 1ª prévia de outubro

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Destaque IGP-M avança na 1ª prévia de outubro (Foto: Pexels) IGP-M avança na 1ª prévia de outubro

O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) subiu 1,06% no primeiro decêndio de outubro, registrando variação acima da apurada em setembro, quando o índice havia subido 0,79%, segundo dados da Fundação Getulio Vargas (FGV).

Dentre os indicadores, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) variou 1,40% no primeiro decêndio de outubro. No mesmo período do mês de setembro, o índice havia sido de 1,20%. Na análise por estágios de processamento, os preços dos Bens Finais variaram em média 0,92% em outubro, ante 0,13% em setembro. Contribuiu para o movimento o subgrupo alimentos processados, cuja taxa passou de -1,44% para 1,58%. O índice correspondente aos Bens Intermediários subiu 1,93%, contra 1,12%, no mês anterior. A principal contribuição para este avanço partiu do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, cuja taxa passou de 0,68% para 4,88%.

O índice referente as Matérias-Primas Brutas variou 1,30% no primeiro decêndio de outubro, após alta de 2,58% no mês anterior. Contribuíram para o recuo da taxa do grupo os seguintes itens: minério de ferro (7,61% para 1,68%), milho (em grão) (5,56% para -2,75%) e leite in natura (3,35% para 0,13%). Em sentido oposto, vale citar cana-de-açúcar (-1,10% para 2,80%), aves (-0,14% para 2,62%) e laranja (2,92% para 7,95%). 

Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) variou 0,44% no primeiro decêndio de outubro, ante -0,04% no mês anterior. Sete das oito classes de despesa componentes do índice registraram acréscimo em suas taxas de variação, com destaque para o grupo Transportes (-0,26% para 1,41%). Nesta classe de despesa, vale mencionar o comportamento do item gasolina, cuja taxa passou de -1,55% para 5,43%.

Também foram computados acréscimo nas taxas de variação dos grupos Alimentação (-0,20% para 0,28%), Habitação (0,10% para 0,20%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,27% para 0,45%), Vestuário (-0,67% para -0,03%), Educação, Leitura e Recreação (0,17% para 0,22%) e Comunicação (-0,09% para 0,11%). Nestas classes de despesa, as maiores influências observadas partiram dos seguintes itens: hortaliças e legumes (-5,54% para -0,06%), tarifa de eletricidade residencial (-0,38% para 0,22%), artigos de higiene e cuidado pessoal (-0,52% para 0,49%), roupas (-0,68% para 0,10%), salas de espetáculo (-4,61% para 0,73%) e tarifa de telefone móvel (-0,38% para 0,05%). 

Em contrapartida, apenas o grupo Despesas Diversas (0,50% para 0,04%) apresentou decréscimo em sua taxa de variação. Nesta classe de despesa, vale mencionar o comportamento do item cigarros, que passou de 0,96% para -0,04%.

Por fim ,o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) subiu 0,31% no primeiro decêndio de outubro. No mês anterior, esse índice havia subido 0,10%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços variou 0,43%. No mês anterior, a taxa foi de 0,23%. O índice que representa o custo da Mão de Obra variou 0,21% no primeiro decêndio de outubro. No mesmo período do mês anterior, este índice não registrou variação.

(Redação – Investimentos e Notícias)