IGP-M varia 0,40% na primeira prévia de julho, diz FGV

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Destaque IGP-M varia 0,40% na primeira prévia de julho, diz FGV Foto: Divulgação IGP-M varia 0,40% na primeira prévia de julho, diz FGV

O Índice Geral de Preços - Mercado (IGPM) da Fundação Getulio Vargas (FGV), subiu 0,40% na primeira prévia de julho, registrando variação abaixo da apurada no mesmo período de junho, quando o índice havia variado 0,73%.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) variou 0,42% no primeiro decêndio de julho. No mesmo período do mês de junho, o índice havia subido 1,15%. Na análise por estágios de processamento, os preços dos Bens Finais variaram 0,04% em julho, após queda de 0,52% em junho. A principal contribuição para este avanço partiu do subgrupo alimentos in natura, cuja taxa passou de -8,30% para 4,34%. O índice correspondente aos Bens Intermediários caiu 0,49% no primeiro decêndio de julho, contra alta de 0,80% no mês anterior. Contribuiu para o movimento o subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção cuja taxa passou de 1,00% para -4,94%.

A taxa do índice referente as Matérias-Primas Brutas passou de 3,51% no primeiro decêndio de junho para 1,86% no primeiro decêndio de julho. Contribuíram para o recuo da taxa do grupo os seguintes itens: minério de ferro (10,81% para 5,50%), soja (em grão) (5,47% para 0,54%) e leite in natura (2,30% para -1,26%). Em sentido oposto, vale citar milho (em grão) (1,70% para 4,46%), laranja (-17,14% para -9,48%) e bovinos (-0,84% para 0,80%).

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) variou -0,02% no primeiro decêndio de julho, ante -0,09% no mês anterior. Cinco das oito classes de despesa componentes do índice registraram acréscimo em suas taxas de variação, com destaque para o grupo Alimentação (-0,68% para -0,03%). Nesta classe de despesa, vale mencionar o comportamento do item hortaliças e legumes, cuja taxa passou de -7,28% para 1,38%.

Também foram computados acréscimo nas taxas de variação dos grupos Educação, Leitura e Recreação (0,17% para 0,51%), Despesas Diversas (-0,42% para -0,05%), Comunicação (-0,10% para 0,24%) e Vestuário (0,00% para 0,25%). Nestas classes de despesa, as maiores influências observadas partiram dos seguintes itens: passagem aérea (2,76% para 11,40%), bilhete lotérico (-10,56% para 0,00%), pacotes de telefonia fixa e internet (-0,56% para 0,93%) e roupas (0,10% para 0,31%).

Em contrapartida, os grupos Habitação (0,31% para -0,07%), Transportes (-0,26% para -0,60%) e Saúde e Cuidados Pessoais (0,44% para 0,32%) apresentaram decréscimo em suas taxas de variação.

Nestas classes de despesa, vale mencionar o comportamento dos itens tarifa de eletricidade residencial (0,68% para -0,84%), gasolina (-0,30% para -2,26%) e medicamentos em geral (0,96% para -0,16%).

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) subiu 1,22% no primeiro decêndio de julho, taxa superior a apurada no mês anterior, quando o índice havia variado -0,07%. Os três componentes do INCC registraram as seguintes taxas da variação na passagem do primeiro decêndio de junho para o primeiro decêndio de julho: Serviços (0,14% para 0,22%), Mão de Obra (0,00% para 2,39%) e Materiais e Equipamentos repetiu a taxa da última apuração, que foi de -0,22%.

(Redação - Investimentos e Notícias)