Índice Abramat cai 7,1% no primeiro semestre

Os números da indústria de materiais de construção apresentaram queda acentuada neste primeiro semestre de 2017. Segundo o Índice ABRAMAT – Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Construção – os primeiros seis meses do ano mostram decrescimento de 7,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. O mês de junho também apresentou redução de 5,4% do faturamento das vendas dos materiais de construção em relação ao mesmo mês de 2016.

Indústria de materiais de construção está mais otimista em abril, mostra ABRAMAT

Levantamento realizado pela ABRAMAT apresenta um cenário mais animador para o próximo mês em se tratando do desempenho de vendas para o mercado interno no curto prazo. De acordo com o termômetro ABRAMAT, sondagem realizada entre os associados da entidade, 25% das empresas considera que abril representará bom desempenho. Vale lembrar que a expectativa de bom desempenho para março de 2017 foi de 12,5%.

Sobe pessimismo na indústria de materiais de construção, indica ABRAMAT

O fechamento das vendas de materiais de construção em dezembro, deve ser regular, segundo o Termômetro da ABRAMAT – Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Construção. A sondagem também revela que o primeiro mês de 2017 deve apresentar aumento no pessimismo do empresariado, visto que o otimismo sofre redução de 22,2% em dezembro para 16,7% em janeiro de 2017.

Pessimismo tem leve queda na indústria de material de construção

O fechamento das vendas de materiais de construção em novembro, deve ser regular, segundo o Termômetro da ABRAMAT – Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Construção. A sondagem também revela que dezembro deve apresentar redução em relação ao pessimismo do empresariado.

ABRAMAT revê projeção de queda para 8% em 2016

O índice da ABRAMAT – Associação Brasileira da Indústria dos Materiais de Construção – mostra que o faturamento deflacionado das indústrias de materiais obteve queda de 8,4% em maio na comparação com o mesmo mês de 2015. Os seguidos resultados negativos e a atual conjuntura econômica, fizeram a associação rever a perspectiva para 2016, que passa a ser de 8% de retração na comparação com 2015.

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