Confiança do empresário recua em junho

O ICEI de junho ficou em 51,9 pontos, um recuo de 1,8 ponto na comparação com maio, após quatro meses de relativa estabilidade, segundo dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Como ainda mantém-se acima da linha divisória de 50 pontos, o ICEI revela que os empresários permanecem confiantes, mas a confiança se reduziu entre maio e junho. 

Empresário da construção se mostra menos pessimista

Sondagem feita pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) entre os empresários da construção civil no mês de maio aponta para uma melhora nos ânimos do setor, mesmo com a atividade ainda em declínio. As mudanças no governo são o principal fator para a alteração na expectativa daqueles que responderam ao levantamento no item Condução da Política Econômica, que chegou a 45,75 pontos – um crescimento de 331,2% em relação ao último trimestre.

Confiança do empresário paulistano cresce 1,5% em maio

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) atingiu 75,9 pontos em maio - elevação de 1,5% em relação a abril. Na comparação com o mesmo período de 2015, porém, houve queda de 7,2%. Mesmo com a elevação em maio, o índice abaixo dos 100 pontos - a última vez que superou a marca foi em dezembro de 2014 - sinaliza que continua o pessimismo dos empresários com relação ao nível de atividade em geral da economia.

Associativismo ganha força e promove união de empresários de um mesmo setor

O Associativismo basicamente defende duas vertentes, a primeira é a prática do coletivismo e a criação de gestão de associações e organizações autônomas e órgãos de gestão democrática a outra é a defesa da prática enquanto instituições sem fins lucrativos e de livre organização de pessoas. O conceito de coletivismo nada mais é que a propagação da ideia de união de um setor a fim de oferecer melhores oportunidades e benefícios a seus associados.

 

Otimismo do empresário continua em baixa no Brasil

O otimismo do empresariado brasileiro continua a registrar patamares muito baixos, atingindo o índice de -13%, apenas um ponto percentual acima do apurado no trimestre anterior de acordo com a pesquisa Internacional Business Report (IBR), realizada no primeiro trimestre de 2016, pela Grant Thornton. O estudo mensura a expectativa do empresariado para os próximos 12 meses. No ranking de otimismo, o Brasil ocupa a 11° entre 36. A nação mais pessimista é a Grécia, e a mais otimista, no topo da lista, é a Índia.

Empresário nega encontros com filho do Lula

Depois de reivindicar o direito de permanecer em silêncio na Comissão Parlamentar de Inquérito do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CPI do Carf), respaldado por um habeas corpus, o empresário Alexandre Paes dos Santos respondeu algumas das primeiras perguntas dos parlamentares, e negou que tenha recebido ou cedido veículos ou instalações de seu escritório ao filho do presidente Lula, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha.

Confiança do empresário do comércio recua 3,4% em novembro

Adicionar aos meus Itens O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), atingiu o menor índice da série histórica, iniciada em março de 2011. O Icec alcançou em novembro 80,1 pontos – quedas de 3,4% na variação mensal e 27,8% na comparação com o mesmo período do ano passado.

Empresário brasileiro segue cauteloso em relação aos negócios

O grau de otimismo dos empresários brasileiros para os próximos 12 meses segue negativo, revela o International Business Report (IBR), estudo global desenvolvido pela Grant Thornton que avalia a percepção de mais de 2500 líderes de diferentes setores e nações em relação ao futuro da economia dos países e dos negócios, sob diversos aspectos. A última edição do levantamento, referente ao terceiro trimestre de 2015, registra para o Brasil um índice de otimismo negativo, de –5%, o que representa melhora em relação ao trimestre anterior de 19 pontos percentuais. Apesar do salto, o número ainda posiciona o país entre as 10 nações mais pessimistas e cautelosas no ranking das 36 economias analisadas pelo IBR. Na variação anual, o índice de otimismo do empresariado brasileiro caiu 35 pontos. A média global de otimismo é de 38%, segundo o estudo da Grant Thornton.

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