Redação

Déficit da Previdência compromete investimento em outros setores, aponta Ipea

As despesas com Previdência Social aumentam anualmente no Brasil e são vistas como uma espécie de “bomba-relógio” quando o assunto é orçamento público e investimento em áreas estratégicas. A constatação é do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), que revelou através de um levantamento que os gastos com benefícios e assistência social consomem uma fatia significativa de recursos que poderiam ser investidos em saúde, educação, infraestrutura e segurança pública, por exemplo.

Congresso dos EUA deve votar orçamento hoje

O governo federal, nos Estados Unidos (EUA), pode ter nova paralisação, a segunda este ano, caso os líderes no Congresso não aprovem hoje (8) uma nova peça orçamentária. O Orçamento atual, aprovado em janeiro, após uma paralisação de três dias, cobre despesas somente até a meia-noite desta quinta-feira.

Varejo paulista criou 6 mil empregos formais em 2017

Após dois anos de desempenho negativo, o comércio varejista do Estado de São Paulo voltou a gerar empregos com carteira assinada em 2017. A abertura de 6.326 postos de trabalho no ano reverte o quadro observado em 2015 e 2016, quando 107,5 mil vínculos celetistas foram extintos. Assim, o varejo paulista encerrou 2017 com um estoque ativo de 2.089.209 trabalhadores formais, alta de 0,3% em relação a dezembro de 2016. Além disso, pela primeira vez desde 2010, o setor voltou a registrar saldo positivo de empregos no mês de dezembro. Foram 925 vagas abertas no mês, resultado de 69.649 admissões e 68.724 desligamentos. Em dezembro de 2016, 5.133 foram fechadas.

Indústria sobe em oito dos 14 locais pesquisados

Com o aumento de 2,8% na produção industrial nacional de novembro para dezembro de 2017, oito dos 14 locais pesquisados tiveram taxas positivas no período, na série com ajuste sazonal. Os maiores avanços aconteceram no Rio Grande do Sul (6,8%) e no Amazonas (6,2%). Ceará (4,9%), São Paulo (3,0%), Santa Catarina (1,6%), Paraná (1,6%), Rio de Janeiro (1,0%) e Minas Gerais (0,2%) completaram o conjunto de locais com índices positivos. Por outro lado, Goiás (-2,7%) teve a maior queda no mês. As demais taxas negativas foram de Pará (-1,8%), Pernambuco (-1,8%), Espírito Santo (-1,7%), Bahia (-1,5%) e região Nordeste (-0,2%). No índice acumulado no ano, a alta foi mais generalizada: 12 das 15 localidades tiveram expansão em 2017, com destaque para o crescimento de dois dígitos do Pará (10,1%), enquanto Bahia (-1,7%), Pernambuco (-0,9%) e a região Nordeste (-0,5%) registraram as únicas quedas no acumulado de 2017.

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