FED mantém taxa básica de juros em 1,75%

O Comitê do Federal Reserve (FED) se reuniu em dezembro indicou que o mercado de trabalho permanece forte e que a atividade econômica tem aumentado a uma taxa moderada. De acordo com eles, os ganhos de emprego foram sólidos, em média, nos últimos meses, e a taxa de desemprego permaneceu baixa. Embora os gastos das famílias tenham aumentado em ritmo moderado, o investimento fixo nas empresas e as exportações continuam fracos. Em uma base de 12 meses, a inflação geral e a inflação para itens que não sejam alimentos e energia estão abaixo de 2%. 

Wall Street sobe com decisão do Fed de manter juros dos EUA

Nos Estados Unidos, a bolsa de Nova York encerrou o pregão desta quarta-feira, 11, com as ações em alta. Os três principais índices de Wall Street registraram ganhos, após o Federal Reserve (Fed, banco central dos Estados Unidos) decidir manter as taxas de juros entre 1,50% e 1,75% e sinalizar que os custos dos empréstimos permanecerão inalterados indefinidamente.

Fed decide pela manutenção da taxa de juros dos EUA

O Federal Reserve - Fed acaba de anunciar que manterá as taxas de juros dos Estados Unidos. O Banco Central americano sinalizou que os custos dos empréstimos permanecerão inalterados indefinidamente, colocando como expectativa, o crescimento econômico moderado e o baixo desemprego, indicando que esses índices devem continuar até as eleições presidenciais do próximo ano

FED corta pela 3ª vez a taxa de juros

Nesta quarta-feira, 30, o comitê do Federal Reserve (Fomc) anunciou uma redução de 0,25 ponto percentual na taxa de juros nos Estados Unidos. Essa foi a terceira vez consecutiva que o Banco cortou a taxa no País, o comitê deixou a faixa entre 1,50% e 1,75%.

(Redação – Investimentos e Notícias)

Produção industrial dos EUA cai 0,4% em setembro

A produção industrial nos Estados Unidos recuou -0,4% em setembro de 2019, na comparação com o mês anterior, segundo informações divulgadas hoje pelo Federal Reserve (Fed, Banco Central dos EUA). Analistas previam uma queda de 0,1%. Em agosto de 2019, o indicador subiu 0,8% (dado revisado).

Nova guerra atingiu os mercados

Numa semana de expectativas com a decisão da taxa de juros tanto aqui no Brasil quanto nos Estados Unidos, os riscos geopolíticos aumentaram com um ataque à uma das maiores refinarias de petróleo do mundo, fato que mexeu com as principais bolsas do mundo. Por aqui, começamos com a Petrobras puxando o índice na segunda-feira, após o petróleo subir cerca de 19% em apenas um dia, pressionando a política de preços da Estatal que cedeu e aumentou o diesel em cerca de 4,2% e a gasolina em 3,5%.

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