Carteira recomendada por analistas traz resultados positivos

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Carteira recomendada por analistas traz resultados positivos Foto: Divulgação Carteira recomendada por analistas traz resultados positivos

Construir uma boa carteira recomendada, com estratégia clara e baseada em dados concretos, pode trazer resultados bastante positivos para quem investe

Grande parte das corretoras de valores hoje no Brasil divulgam frequentemente suas carteiras recomendadas. Essa indicação é muito visada por investidores iniciantes por serem uma espécie de fonte de informação para quem está começando. Mas também conquistam investidores experientes, que buscam construir suas próprias carteiras e comparar a rentabilidade alcançada com as indicações de especialistas.

O objetivo de uma carteira recomendada no Brasil é superar a performance mensal do Ibovespa, índice que agrega as ações mais importantes da Bolsa de Valores do País. Devido à sua importância, o Índice Bovespa se tornou uma referência para investimentos na Bolsa por mostrar a oscilação das ações de empresas brasileiras mais relevantes.

Os investimentos sugeridos por especialistas da área são reavaliados e remanejados uma vez por mês ou de acordo com os valores do objetivo e do stop estipulados. Essa reavaliação é uma atitude bastante incentivada por experts já que uma estratégia de investimento, especialmente na Bolsa de Valores, merece acompanhamento constante.

No que se refere aos fatores que influenciaram a construção das últimas carteiras recomendadas, é certo dizer que as eleições tiveram importante papel nas últimas semanas.

O mês de outubro foi marcado por fortes oscilações no mercado, fazendo com que o Ibovespa fechasse o mês com alta de 10,19%, precificando o novo governo de Jair Bolsonaro e demonstrando uma simpatia do mercado pelo próximo presidente do Brasil.

Essa afinidade se dá pelo fato de Bolsonaro se mostrar defensor de uma economia mais liberal e propor uma agenda com reformas importantes já no início de seu governo, como a da Previdência e a tributária. Desse modo, o novo presidente vem sinalizando que deve adotar um governo como maior austeridade em busca de equilíbrio nas contas públicas, o que agrada o mercado.

Em vista disso, várias corretoras montaram uma carteira recomendada buscando aproveitar essa movimentação devido às eleições. O método de escolha dos investimentos deve sempre seguir uma estratégia baseada em análises de dados e tendências, e realizada por profissionais da área.

Na Toro Investimentos, a carteira é composta de, no mínimo, 5 ativos. A sugestão dos analistas da corretora é de que ocorra um investimento de 20% do capital total em cada um dos ativos indicados na carteira recomendada.

Diante do cenário desenhado nas últimas semanas, a performance da carteira da Toro Investimentos em outubro superou o Ibovespa com folga, confirmando nossas análises e preferências pelas empresas estatais no mês que passou. A carteira livre rentabilizou 23,10%, mais que o dobro do Ibovespa - que subiu 10,19% no período, e a carteira protegida (modalidade com limite de perda) rentabilizou 14,60%.

Com isso, a carteira recomendada da Toro figurou no pódio entre as melhores, indicando 5 papéis que se valorizaram no período: Banco do Brasil, Petrobras, Marisa e Itaúsa, além da BRF, que caiu -0,3%.

Com desempenho positivo de 23,10%, a Toro Investimentos acumula desempenho no ano de 2018 de +41,35%. Para o mês de novembro, os analistas da corretora e fintech acreditam na continuidade da tendência de alta, porém em menor intensidade.

As expectativas em relação à equipe econômica e os possíveis ministros de Jair Bolsonaro devem ser acompanhadas de perto pelos investidores no período de transição de governo e podem dar o ritmo da oscilação da Bolsa de Valores até o final do ano.

A recomendação para o mês de novembro, portanto, é mesclar a carteira com ativos que caíram forte no curto espaço de tempo, e devem recuperar no curto prazo, e ativos que estão em clara tendência de alta acompanhando o Ibovespa.

Nesse sentido, na comparação com o mês de outubro, a carteira recomendada da Toro Investimentos manteve as ações da Petrobras (PETR4 ), mas retirou as ações de Banco do Brasil (BBAS3), BRF (BRFS3), Itaúsa (ITSA4) e Marisa (AMAR3). Em contrapartida, entraram: IRB Brasil (IRB3), JBS (JBSS3), Lojas Americanas (LAME4) e Qualicorp (QUAL3).

(Redação - Investimentos e Notícias)