Melhores investimentos 2021: Ações para ficar de olho no longo prazo

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Melhores investimentos 2021 Foto: Divulgação Melhores investimentos 2021

É difícil imaginar o que vai acontecer no futuro, ainda mais depois de um ano turbulento como foi em 2020. Contudo, algumas pessoas tentam se planejar para chegar no futuro com uma situação melhor do que a que vive hoje.

E isso vale para os investimentos também. Entre as principais modalidades para quem busca os melhores investimentos para 2021 estão as ações para quem quer investir no longo prazo. De acordo com analistas da Toro Investimentos, investir desta forma significa encontrar empresas com bom potencial de crescimento nos próximos anos ou investir em empresas já maduras e com alta distribuição de dividendos.

Com isso, os analistas destacaram algumas empresas que acreditam ter um ótimo resultado ao longo de 2021 e, possivelmente, nos próximos anos também. “Contudo, é sempre bom lembrar que prever com toda certeza qual será o melhor investimento de 2021 não é realmente possível, especialmente quando o assunto é o mercado de renda variável”, destacam.

Commodities

Petrobras (PETR4): Eles apostam na Petrobras por conta da sua reestruturação, baseada na estratégia de gestão de portfólio, através de vendas e desinvestimentos. Dessa forma, aumentam as chances de torná-la mais enxuta, eficiente e com melhores margens de rentabilidade.

Vale (VALE3): Já a Vale apresenta uma geração de caixa muito boa, o que contribui para a redução significativa da sua dívida líquida. Com a redução da sua alavancagem, a Mineradora passa a ter uma situação mais confortável para alocar em CAPEX destinado a formas alternativas de barragens.

Klabin (KLBN11): A Klabin segue apresentando bom desempenho operacional, com aumento no volume total de vendas (excluindo madeira): embalagens de papel ondulado (10%), cartões (15%), kraftliner (17%) e de celulose (22%), no último trimestre reportado.

Suzano (SUZB3): Por outro lado, a Suzano tem posição de destaque entre as maiores produtoras de celulose e integradas de papel do mundo. A Companhia tem mostrado alta eficiência operacional, conseguindo forte geração de caixa, mesmo com os baixos preços do setor ao longo de 2020, o que tem feito a maior parte das empresas operar com margens negativas.

Bancos

Itaú Unibanco (ITUB4): O Itaú Unibanco vem demonstrando sua adaptabilidade à digitalização do mercado financeiro, tornando-se competitivo frente aos bancos digitais e às fintechs.

Bradesco (BBDC4): A redução da despesa com provisão de devedores duvidosos (PDD) e o crescimento da receita em quase todas as linhas de serviços impulsionaram o resultado do Bradesco no terceiro trimestre de 2020 (3T20).

Banco do Brasil (BBAS3): Apesar do risco de governança mais alto por ser estatal, operacionalmente o Banco do Brasil se destaca com a carteira mais blindada entre os pares, uma vez que reduziu os empréstimos para SMB (pequenas e médias empresas) e a exposição a grandes empresas (como Oi, Odebrecht e outras) está bem menor.

Alimentos

JBS (JBSS3): A resiliência do setor alimentício durante a crise econômica provocada pela pandemia de Covid-19 e o contínuo aumento da demanda mundial por proteínas favoreceram o resultado da JBS no terceiro trimestre de 2020 (3T20), que apresentou boa performance na receita e no EBITDA de todos os seus segmentos.

Varejo

Lojas Americanas (LAME4): Uma das maiores redes de varejo, a Lojas Americanas, segue comprometida com a expansão dos seus negócios, com ênfase no desenvolvimento da estratégia multicanal, que conta com o crescimento da sua ampla gama de lojas físicas e da sua plataforma de vendas na internet (e-commerce e marketplace).

Energia

Equatorial (EQTL3): O seu corpo executivo da Equatorial é bem visto pelo mercado, por ter na gestão de custos um dos principais pilares estratégicos.

ISA CTEEP (TRPL4): Os ativos da Companhia que estão distribuídos em várias regiões do País, têm retorno bem atrativo e a ISA CTEEP continua se expandindo. A Empresa também segue uma linha de distribuição de dividendos consideravelmente alta e apresenta uma boa governança corporativa.

Os analistas apontam que muitos imprevistos podem ocorrer e afetar o cenário que destacaram. Por isso, construir uma carteira de investimentos sólida, equilibrada e bem diversificada é uma das melhores formas de proteger seu capital e aumentar suas chances de ter ótimos resultados em 2021.

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Investidor: Essa é uma projeção de especialistas para o cenário de 2021, mas não há uma certeza do que pode acontecer. Com isso, é indicado que acompanhem o mercado e tirem suas dúvidas com profissionais capacitados.

(Redação - Investimentos e Notícias)