IGP-M desacelera na segunda prévia do mês, revela FGV

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IGP-M desacelera na segunda prévia do mês, revela FGV Foto: Divulgação IGP-M desacelera na segunda prévia do mês, revela FGV

O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) registrou, no segundo decêndio de março, variação de 0,43%, de acordo com dados divulgados nesta sexta-feira, 18, pela Fundação Getulio Vargas (FGV). No mês anterior, para o mesmo período de coleta, a variação foi de 1,24%. O segundo decêndio do IGP-M compreende o intervalo entre os dias 21 do mês anterior e 10 do mês de referência.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou variação de 0,39%, no segundo decêndio de março. No mesmo período do mês anterior, a taxa foi de 1,39%. A taxa de variação dos Bens Finais passou de 1,31% para 1,38%. A maior contribuição para este movimento teve origem no subgrupo alimentos in natura, cuja taxa passou de 1,99% para 8,32%.

A taxa de variação do grupo Bens Intermediários passou de 1,13%, em fevereiro, para -0,90%, em março. O destaque coube ao subgrupo materiais e componentes para a manufatura, cuja taxa passou de 1,66% para -1,32%.

O índice referente a Matérias-Primas Brutas registrou variação de 0,76%. No mês anterior, a taxa foi de 1,82%. Os itens que mais contribuíram para este movimento foram: milho (em grão) (17,17% para 2,62%), soja (em grão) (-0,45% para -5,39%) e mandioca (aipim) (6,87% para -1,42%). Em sentido oposto, destacam-se: minério de ferro (-2,86% para 2,76%), aves (-4,24% para 3,83%) e laranja (-2,88% para 9,40%).

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou variação de 0,53%, no segundo decêndio de março, ante 1,17%, no mesmo período do mês anterior. Quatro das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas de variação. A principal contribuição partiu do grupo Habitação (0,86% para 0,02%). Nesta classe de despesa, cabe mencionar o item tarifa de eletricidade residencial, cuja taxa passou de -0,18% para -2,63%.

Também foram computados decréscimos nas taxas de variação dos grupos:Transportes(1,74% para 0,65%);Educação, Leitura e Recreação (2,11% para -0,14%); e Alimentação (1,29% para 0,81%).

As maiores contribuições para estes movimentos partiram dos itens:tarifa de ônibus urbano (3,80% para -0,07%), cursos formais (3,28% para 0,05%)e hortaliças e legumes (6,23% para -3,08%), respectivamente.

Em contrapartida, registraram acréscimo em suas taxas de variação os grupos:Comunicação (0,50% para 1,04%),Despesas Diversas (1,31% para 2,03%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,62% para 0,69%); e Vestuário (0,60% para 0,62%).

Nestas classes de despesa, vale mencionar: tarifa de telefone móvel (0,03% para 2,06%), cigarros (1,90% para 4,20%), artigos de higiene e cuidado pessoal (0,18% para 0,83%) e roupas (0,71% para 0,83%), respectivamente.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) apresentou, no segundo decêndio de março, variação de 0,50%. No mês anterior, a taxa foi de 0,40%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,30%. No mês anterior, a taxa foi de 0,48%. O índice que representa o custo da Mão de Obra registrou taxa de variação de 0,67%. No mês anterior, este índice variou 0,33%.

(Redação - Agência IN)