14 dos 24 ramos industriais investigados crescem em agosto, revela IBGE

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o crescimento de 0,7% da atividade industrial na passagem de julho para agosto teve predomínio de índices positivos, alcançando 14 dos 24 ramos pesquisados, com destaque para o avanço de 2,4% registrado por indústrias extrativas, que apontou o sexto resultado positivo consecutivo, acumulando nesse período expansão de 7,3%.

Produção industrial cresce 0,7% em agosto

Em agosto de 2014, a produção industrial nacional avançou 0,7% frente ao mês imediatamente anterior, na série livre de influências sazonais, após também crescer 0,7% em julho, quando interrompeu quatro meses seguidos de resultados negativos, período em que acumulou perda de 3,4%. Na série sem ajuste sazonal, no confronto com igual mês do ano anterior, o total da indústria apontou redução de 5,4% em agosto de 2014, sexta taxa negativa consecutiva nesse tipo de comparação. Assim, o setor industrial acumulou queda de 3,1% nos oito meses do ano, intensificando, portanto, o recuo de 2,6% registrado no primeiro semestre de 2014. A taxa anualizada, indicador acumulado nos últimos doze meses, com o recuo de 1,8% em agosto de 2014, manteve a trajetória descendente iniciada em março último (2,0%) e assinalou o resultado negativo mais intenso desde dezembro de 2012 (-2,3%). Os dados foram divulgados nesta quinta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

IBGE informa erro nos resultados da PNAD 2013

O IBGE vem a público, por meio desta nota, informar que foram verificados erros nos resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2013, após a sua divulgação, ontem (18/09/2014).

Aquisição de couro diminui no 2º trimestre, revela IBGE

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anunciou nesta quinta-feira, 18, que a aquisição de couro inteiro de bovinos foi de 9,125 milhões de unidades no 2º trimestre de 2014, registrando queda (-5,9%) em relação ao mesmo trimestre de 2013 e estabilidade (-0,4%) no comparativo com o trimestre imediatamente anterior.

Serviços devem fechar 2014 no vermelho, aponta IBGE

A receita dos serviços cresceu 4,6% em julho de 2014, em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada pelo IBGE nesta terça-feira, 16 de setembro. Este resultado representa a menor taxa de crescimento desde o início da pesquisa. Isto indica uma desaceleração em comparação com a variação anual observada em junho (+5,7%). “Em termos reais, o setor está passando pelo período mais difícil desde 2012 e, provavelmente, vai encerrar o ano no vermelho”, afirma o economista da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Fabio Bentes.

Receita dos serviços cresce 4,6% em julho, revela IBGE

Em julho, o setor de serviços registrou no Brasil um crescimento nominal de 4,6% na comparação com igual mês do ano anterior, inferior às taxas observadas em junho (5,8%) e maio (6,6%), segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Este resultado é o menor desde o início da série. Os serviços prestados às famílias registraram crescimento de 5,4%; os serviços de informação e comunicação, de 2,1%; os serviços profissionais, administrativos e complementares, de 7,0%; transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio, de 4,6%; e outros serviços, de 8,3%. O crescimento nominal acumulado no ano e o acumulado em 12 meses foram 7,0% e 7,6% respectivamente, também as menores taxas na série.

Folha de pagamento real cai 2,9% em julho, revela IBGE

Em julho de 2014, o valor da folha de pagamento real dos trabalhadores da indústria, ajustado sazonalmente recuou 2,9% frente a junho, segundo resultado negativo consecutivo nessa comparação, acumulando no período redução de 5,2%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Vale destacar que nesse mês a indústria de transformação e o setor extrativo, ambos com queda de 2,7%, apontaram taxas negativas. Com isso, a média móvel trimestral para o total da indústria caiu 1,1% no trimestre encerrado em julho de 2014 frente ao patamar do mês anterior, e manteve o comportamento predominantemente negativo presente desde março último.

Emprego industrial recua 0,7% em julho, revela IBGE

Nesta quarta-feira, 10, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) anunciou que em julho, o pessoal ocupado na indústria recuou em relação a junho (-0,7%), na série com ajuste sazonal, e em relação a julho de 2013 (-3,6%), acumulando quedas no ano (-2,6%) e nos últimos 12 meses (-2,2%). O número de horas pagas também teve taxas negativas nessas quatro comparações: -0,3%, -4,2%, -3,1% e -2,6%, respectivamente. Já o valor da folha de pagamento real caiu 2,9% em relação a junho e 3,4% contra julho de 2013, mas ainda acumula taxas positivas de 0,6% no ano e de 0,1% em 12 meses. 

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