Bolsas operam de lado nesta terça-feira

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Bolsas operam de lado nesta terça-feira (Foto: Divulgação) Bolsas operam de lado nesta terça-feira

Nesta terça-feira, 26, as principais bolsas de valores globais apresentam movimentos opostos, influenciadas por notícias divulgadas ao redor do mundo. Aqui no Brasil, o Ibovespa apresenta perdas, sentido a desvalorização das ações da Petrobras.

Na Ásia, a maioria das bolsas encerrou o pregão desta terça-feira em alta. Na China, as preocupações com a desaceleração do ritmo de crescimento puxaram para baixo as negociações na bolsa de Shanghai. No mesmo sentido, a bolsa de Tóquio recuou em um movimento de realização dos ganhos recentes e em resposta à valorização do iene.

Enquanto isso, na Europa, as bolsas caminham para um fechamento em alta, ainda que com pouco volume de negociação, diante do aumento das tensões entre Rússia e Ucrânia e na ausência da divulgação de indicadores relevantes.

Em Londres, o índice FTSE 100 avança 0,70%, a 6.822 pontos. Em Frankfurt, o DAX 30 tem alta de 0,82%, a 9.588 pontos, enquanto o CAC 40 em Paris sobe 1,18%, a 4.393 pontos.

Em Wall Street, o cenário não é diferente e bolsas sobem. Com isso, o índice Dow Jones ganha 0,32% aos 17.131 pontos; o S&P 500 avança 0,23% a 2.002 pontos; e a bolsa eletrônica Nasdaq apresenta ganhos de 0,26% aos 4.569 pontos.

Aqui no Brasil, o Ibovespa apresenta perdas, influenciado pela desvalorização das ações da Petrobras. Há pouco, o índice, desvalorizava 0,26%, aos 59.577 pontos. O giro financeiro da bolsa marcava R$ 2.383 bilhões.

E abrindo a agenda de indicadores internos, a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) revelou que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), na cidade de São Paulo, registrou alta de 0,43% na terceira semana de agosto, contra os 0,34% registrados na segunda semana do mês. Nesta apuração, os itens de Habitação e Saúde estão pesando mais no orçamento doméstico, passando de 1,15% para 1,38% e 0,31% para 0,38% respectivamente.

Por outro lado, a Fundação Getulio Vargas (FGV) anunciou que o Índice Nacional de Custo da Construção - M (INCC-M) registrou, em agosto, taxa de variação de 0,19%, abaixo do resultado do mês anterior, de 0,80%.

Na renda fixa, os juros futuros operam em recua. Instantes atrás o contrato de DI, com vencimento em janeiro de 2017, o mais negociado, apresentava taxa anual de 11,35%.

Para finalizar, o dólar opera recua 0,57%. Há pouco, a moeda era vendida a R$ 2,275.

(MR – Agência IN)