Índice nacional da construção civil sobe 1,99% em janeiro

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Índice nacional da construção civil sobe 1,99% em janeiro (Foto: Pexels) Índice nacional da construção civil sobe 1,99% em janeiro

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) subiu 1,99% em janeiro, em relação a dezembro, a maior taxa da série com desoneração da folha de pagamentos, iniciada em 2013, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado ficou 0,05 ponto percentual acima da taxa de dezembro de 2020 (1,94%). O acumulado nos 12 meses foi de 12,01%, acima dos 10,16% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em janeiro de 2020 o índice foi 0,30%.

O custo nacional da construção, por metro quadrado, que fechou o ano de 2020 em R$ 1.276,40, passou em janeiro para R$ 1.301,84, sendo R$ 731,37 relativos aos materiais e R$ 570,47 à mão de obra.

A parcela dos materiais aumentou 2,96%, 0,43 ponto percentual a menos do que em relação a dezembro de 2020 (3,39%). Considerando o índice de janeiro de 2020 (0,62), houve aumento de 2,34 pontos percentuais.

Já a mão de obra apresentou taxa de 0,78%, subindo 0,60 ponto percentual em relação a dezembro de 2020 (0,18%). Comparando com janeiro de 2020 (-0,06%), o aumento foi de 0,84 ponto percentual. Cabe lembrar que em janeiro de 2020 não foram firmados acordos coletivos, em contrapartida a dois dissídios observados nos estados em janeiro de 2021.

Os acumulados em 12 meses ficaram em 20,00% (materiais) e 3,19% (mão de obra), respectivamente.

Região Nordeste registra maior variação mensal

A Região Nordeste, com alta observada na parcela dos materiais em todos os estados, além de acordo coletivo registrado no Piauí, ficou com a maior variação regional de janeiro de 2021: 2,32%. As demais regiões apresentaram os seguintes resultados: 1,27% (Norte), 2,06% (Sudeste), 1,84% (Sul) e 1,58 (Centro-Oeste).

Os custos regionais, por metro quadrado, foram: R$ 1.306,14 (Norte); R$ 1.229,05 (Nordeste); R$ 1.347,06 (Sudeste); R$ 1.359,87 (Sul) e R$ 1.280,81 (Centro-Oeste).

Entre as unidades da federação, o Piauí registrou a maior alta (4,33%), com aumento na parcela de materiais e os acordos coletivos firmados para categorias profissionais. Minas Gerais, com 4,01%, apresentou a segunda maior variação no mês.

(Redação – Investimentos e Notícias)