Indústria de fundos tem resgates líquidos de R$ 9,8 bi

A indústria brasileira de fundos de investimento registrou resgates líquidos de R$ 9,8 bilhões entre os dias 1º e 6 de julho, de acordo com as estatísticas da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais). No acumulado do ano, até 6 de julho, a indústria apresenta captação líquida positiva de R$ 28,7 bilhões.

(Redação - Investimentos e Notícias)

FI-FGTS tem chamada de R$ 4,85 bilhões para projetos de infraestrutura

O Fundo de Investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FI-FGTS) vai liberar R$ 4,85 bilhões para até 15 projetos de infraestrutura, prioritariamente na área de saneamento. O Comitê de Investimentos do fundo se reuniu hoje (27) em Brasília e aprovou o quarto edital da chamada pública para receber propostas de empresa para análise de investimentos.

Indústria de fundos capta R$ 57,6 bilhões até abril

Nos primeiros quatro meses do ano, a indústria brasileira de fundos ultrapassou a marca de 14 milhões de contas. No mesmo período, o volume captado pelos fundos de investimento foi de R$ 57,6 bilhões, superando a média de R$ 35,4 bilhões verificada entre os meses de janeiro e abril dos últimos quatro anos, de acordo com dados da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais).

Ações e multimercados respondem por 84% da captação de fundos

A indústria brasileira de fundos de investimento registrou captação líquida de R$ 49,9 bilhões no primeiro trimestre. O montante é maior do que a média da captação do mesmo período nos últimos quatro anos, segundo dados divulgados pela ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais). O resultado foi impulsionado pelos fundos de ações e multimercados, que juntos captaram R$ 42,1 bilhões, ou seja, 84% do total. No primeiro trimestre de 2017, esses fundos representaram 20% da captação da indústria, enquanto os fundos de renda fixa totalizaram 67%.

Fundos de Ações e Multimercados lideram captações em janeiro

As classes de ações e multimercados lideraram a captação da indústria brasileira de fundos de investimento em janeiro. A categoria de ações reverteu os resgates de R$ 3,5 bilhões registrados no primeiro mês de 2017 e apresentou ingressos líquidos de R$ 2 bilhões em 2018, de acordo com boletim da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais). Nos multimercados, a diferença entre os recursos que foram aplicados e os que saíram ficou em R$ 12,5 bilhões em 2018, o que representa alta de 45,6% em relação a igual período do ano passado.

CVM proibe investimentos em criptomoedas por Fundos de Investimentos

A Superintendência de Relações com Investidores Institucionais (SIN) da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) divulgou nesta sexta-feira (12), ccomunicado direcionado a diretores responsáveis pela administração e gestão de fundos de investimento onde esclarece consultas acerca da possibilidade de investimento em criptomoedas pelos fundos regulados pela Instrução CVM 555.

  • Publicado em Bitcoins

Clientes de private banking ampliam alocações em fundos de investimento

Os clientes de private banking das instituições têm optado pelos fundos como principal opção para suas aplicações financeiras. Em 2017, até o fim do terceiro trimestre, 46,3% dos recursos desses investidores foi para esses produtos, com avanço de 19,8% em relação ao mesmo período do ano passado. De acordo com as estatísticas da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), o aumento foi expressivo nas participações das categorias de ações (37,5%) e multimercados (26%), o que reflete a procura por ativos de maior risco frente à queda dos juros.

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